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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Brincando no Photoshop: Os concorrentes-uma divertida brincadeira




Oi? Olá?! Há alguém aí? Pois é, voltei pra dar um breve recadinho: Fiz uma enquete pra entretê-los, enquanto eu viajo, no meu blog principal http://fapdunguel.blogspot.com/ . Um dos concorrentes está acima...
Vejam os concorrentes do mês (maio/junho) e divirtam-se durante a minha ausência^^'!!!! Participem da nova enquete, será divertido!!!! Beijo meus amigos e até a próxima. Agora voltarei ao meu retiro espiritual preparatório pra nova vida de casada...


PS: Lembrando que o eleito será depois postado no tamanho padrão, para quem quiser adquirir.
Leia o regulamento no meu blog principal, postagem:
"Brincando no photoshop: Twilight"

terça-feira, 12 de maio de 2009

A última arte como solteira ^^'


Por uma semana, não poderei atualizar nada nos blogs. Estarei vivendo o meu momento mágico de despedida de solteira, finalmente. Da próxima vez que escrever algo e postar, já serei a senhora Dunguel Simões Lopes ^^.
Para encerrar esta fase com chave de ouro, aí vai uma ilustração minha pra quem curte quadrinhos e mangá. Um papel de parede que acabei de fazer de uns personagens criados por mim e uma amiga e os quais, já se encontram registrados, e achei que merecia partilhar com vcs. Um bjo a todos e até depois da minha Lua-de-Mel. Domingo estarei em Petrópolis curtindo o friozinho da serra com o meu maridão.
PS: Um dia ainda penso em reescrever esta história e postar pra vcs. Sentirei saudades amigos, mas até semana que vem.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Romeu e Julieta (em prosa e versos) - Ato IV: "A resolução de Capuleto-parte 3"


O senhor Capuleto ficara vermelho de cólera e quase erguera a mão para bater-lhe pela ousadia, mas Bettina Capuleto impede-lhe, em consideração pela avançada idade da ama. Ainda assim, ele humilhou-a ainda mais
Não me repliques coisa nenhuma! BASTA! A culpa é vossa por ela ser tão desobediente, velha insolente, sempre a mimaste demais! Pensávamos, mulher... — fala à esposa. — que nossa dita era pequena, pois Deus só nos dera uma menina; mas vejo agora que esta já nos sobra e que com ela a maldição nos veio. RAMEIRA, À TOA!!!
Valha-nos Deus! Deus do céu que a ampare!!! — exclama a ama horrorizada. —Procedeis mal, senhor, por insultá-la deste modo!!!
Julieta chorava humilhada e desesperada e sem saber o que dizer, e o que fazer para evitar aquilo tudo. Os pais estavam contra ela, apenas a ama a defendia.
Por que, Dona Prudência?! Guardai na boca a língua sabe-tudo! Ide ensinar vossas comadres!
— Não se pode falar?
Velha tonta! Guardai vossas sentenças para vossos iguais, pois não precisamos delas aqui!
— Marido, estás muito excitado! — comenta Bettina.
Sacramento de Dio!!! É de deixar-me louco de todo. Dias e mais dias, a toda hora, de noite, no trabalho, o ano inteirinho, tinha apenas uma preocupação: sabê-la, enfim, casada. E agora que arranjei um bom moço, de nobre parentesco, jovem, rico, de fina educação, de qualidades excepicionais, lá vem uma coisinha choramingas, uma boneca cheia de lamúrias, ao lhe sorrir a sorte, declarar-me: “sou muito nova e amar não me é possível”, “não desejo casar-me”, “desculpai-me, mas agradeço”. POIS NÃO VOU DESCULPAR-VOS! Se não quereis casar, procurai pasto em outro lugar, pois aqui em casa, não ficareis comigo!
Oh, não! Pai meu! Piedade!!!! — desespera-se Julieta, agarrada às pernas dele.
Ele a empurrou de forma violenta.
Olha aqui, mocinha... Refleti, vede bem, gracejar não é meu hábito. Quinta-feira está perto; aconselhai-vos com o coração. Se fordes minha filha, por mim a meu amigo sereis dada. Mas se não o fordes, enforcai-vos, ide pedir esmola, perecer de fome, morrer na rua, pois — pela alma o juro! — jamais hei de reconhecer-te e nunca quanto for meu te poderá ser útil. Reflete bem, pois não serei perjuro!
O pai sai resoluto, dando-lhe as costas. A mãe ia saindo atrás e Julieta a puxou, numa última tentativa de sensibilizar o coração dela e pedir-lhe piedade e ajuda.
Oh, não me repilais, bondosa mãe! Adiai esse casório pelo prazo de um mês, uma semana, ou se possível vos for tal coisa, preparai o leito nupcial no monumento em que Teobaldo jaz sepultado!
— Não me fales... — diz sua mãe entredentes. — Não direi nada; faze o que bem entenderes, pois para mim, nada mais representas.
Sua mãe sai friamente e fecha a porta. Julieta corre para a ama e a abraça.
Oh, minha ama!!! Oh, Deus! Como evitar isso? Conforta-me, aconselha-me! Oh, tristeza!
— Calma, filha! Shhh!!! Sê forte!
Não me dizes uma palavra ao menos? Como pensas, ama?
— Talvez não aprecies o que direi, mas não vejo outro modo! Romeu está banido...
Não me lembre isso!!! — chora ela.
— O mundo todo contra os dois e como ele não poderá retornar agora para reclamar-te, e mesmo que retorne terá que ser muito às ocultas; estando as coisas nesse pé, mais razoável me parece desposares o conde.
O quê?!— Julieta surpreende-se.
— Filha, entenda... De muito o outro ele vence, Romeu ao lado dele não é mais que um pano de cozinha. Além do mais, é como se estivesses viúva, por viverdes aqui e não fazeres uso do primeiro esposo.
— Não acredito... — Julieta enxuga as lágrimas. — Falas de coração?
— E também de alma e quero que maldito fique o meu coração, se venturosa não vos fizer este segundo esposo.
— Amém... — Julieta levanta-se.
Como?!
— É; soubeste consolar-me maravilhosamente... — fala ela em tom irônico.
— Oh, que bom que compreendeste-me!
A ama tenta acariciá-la, mas Julieta afasta-se.
Vai... e dize a minha mãe que por haver deixado meu pai aborrecido, irei cedo à cela de Frei Lourenço confessar-me, para ser absolvida.
—Dir-lhe-ei isto e creio, que procedeis bem.
A ama sai para dar-lhe o recado.
Oh, velha amaldiçoada! Oh, demônio perverso! Que pecado será maior: querer me ver perjura, ou insultar o meu senhor com a mesma boca que o exaltou sobre tudo neste mundo, quando o conhecera. Conselheira vil, podes ir. De agora em diante, separados tu e meu peito estarão. Vou ver o monge. Com seu conhecimento de ervas e flores, dar-me-á remédio para livrar-me deste mal. Vindo a falhar tudo, porei na morte o meu intuito — jurou ela.

continua...

terça-feira, 5 de maio de 2009

Romeu e Julieta (em prosa e versos) - Ato IV: "A resolução de Capuleto-parte 2"


Os senhores da casa subiram ao quarto e Bettina percebe que pela fresta rasteira da porta do quarto da filha, a luz da lamparina ainda estava acesa.
— Parece que nossa filha ainda não dormiu... Acho que poderia falar com ela agora...
— Bem, se preferir assim... Isso compete a vós comunicar-lhe nossa decisão, minha senhora.
Julieta não conseguia dormir. Na sacada, ainda a chorar, lembrava-se de seus últimos momentos com Romeu. A dor aguda da despedida ainda rasgava-lhe a alma. A ama tentava consolá-la quando a mãe de Julieta bate à porta. A ama atende.
— Onde está Julieta? Já dormiu?
— Ainda não, senhora. A morte do primo a abalou muito...
— Mãe?! — fala Julieta surpresa ao ouvir-lha a voz.
— Pensei que já houvesse se recolhido, como estás Julieta?
— Senhora, não estou boa.
A mãe percebe-lhe os olhos úmidos e delicadamente, com a ponta dos dedos, ergue o rosto da filha.
— Ah, minha pequena Julieta... Reanima-te!
— Não posso evitar.
— Vim para trazer-vos notícias mais alegres.
—Que sejam bem-vindas! Pois vieram em boa hora! Vem a tempo a alegria em tal tristeza!
— Bem... escuta com atenção... Tens um pai zeloso, que para livrar-te desta tristeza cogitou um dia de alegria como nem tu esperavas, nem eu própria poderia pensar!
— E que dia é esse?
A senhora Capuleto senta com a filha na cama.
— Filha, vê só? Na quinta-feira próxima, na Igreja de São Pedro, o Conde Páris, valente moço e nobre gentil-homem; para sua ventura, alegre noiva te fará finalmente!
Julieta arregala os olhos assustada e entra em choque; a ama levanta-se da sua cama, ao ver a jovem transtornada.
O- Oquê?! — gagueja a moça ainda não acreditando.
Rapidamente ela puxa as mãos das mãos de sua mãe e levanta-se.
S-Sem me consultarem?! — fala ela revoltada. — PRO INFERNO VOCÊS TODOS!!! Por esta Igreja de São Pedro e por PEDRO também! De mim não fará ele uma noiva alegre!!!
— Ai, Deus! — exclama a ama. — Julieta, calma...
Como é?! Recusa-se a desposá-lo? — espanta-se Bettina.
— Dizei senhora, ao meu pai, que não quero casar; é muito cedo e quando o fizer, prefiro escolher a Romeu, a quem odeio como bem sabeis, do que o tal Conde Páris — desafia ela petulante.
Como te atreves a preferir um assassino, como este renegado para esposo, do que o bom Conde Páris?! — exalta-se a mãe.
— Senhora, calma! — falava a ama tentando contornar a situação. — Julieta não sabe o que diz, a morte do primo a perturbou muito!
Sim, só pode ser isso! A morte de Teobaldo afetou-a em demasia! Vais à Igreja na quinta e te casarás com o moço!
NUNCA!!! PREFIRO A MORTE!!!! — desafia Julieta.
O senhor Capuleto já estava deitado, mas ao ouvir as vozes alteradas, foi até o quarto da filha.
O que há agora? Que gritos são esses?
— Eis vosso pai. Dizei a ele o que me disseste há pouco e vede as conseqüências! — falava Bettina às lágrimas.
— Mas o que foi? — pergunta o pai surpreso. — Por que te achas a chorar, agora? Então, mulher: falaste a ela sobre a proposta?
— Sim, conversamos. Ela porém, com isso não concorda. Essa tola devia casar-se com seu túmulo!
— Calma mulher! Que destempério é esse? Como assim não quer casar?!
O pai olhou-a com severidade, o que fez Julieta encolher-se na cama e estremecer. Este olhar do pai era o que ela mais temia. Mesmo assim, Julieta ainda tentou argumentar...
— Senhor, meu pai, muito vos agradeço mas, casar agora, não está em meus intentos.
— Agradece e não quer casar?! Não se sente orgulhosa? Não se julga feliz, mostrando-se como és, indigna, por lhe termos obtido um noivo desses, tão digno gentil-homem?
— Orgulhosa não estou, porém, vos sou agradecida. Não posso ter orgulho por casar-me com um homem que odeio.
QUÊ?! Odeias Páris? Que quer dizer tudo isso? Ouça bem, rapariguinha à toa! Querendo ou não, tratai de aprontar vossas juntinhas galantes para, quinta-feira próxima, à Igreja de São Pedro ires com Páris. Caso contrário, para lá te levo numa carroça e amarrada, e se mesmo assim relutares, FORA CARNIÇA DOENTE!!! Pois minha filha jamais sereis!
Ora essa! Estás maluco?! — assusta-se Bettina.
Oh, não!!! — grita Julieta desesperada, atirando-se aos pés do pai. — Bondoso pai, de joelhos vos suplico, ouça-me paciente, uma palavrinha...
Vai te enforcar, TIPO DESOBEDIENTE!!! — insulta-lhe o velho Capuleto. — Já te mostro!!!
O pai pegou-a violentamente pelo braço, deu-lhe um tapa na face e lançou-a ao chão.
— Vai quinta-feira à igreja, ou não me encares nunca mais!
Senhor, por favor meu senhor! Tenha piedade... — fala Filippa acudindo a menina e coloca-se entre eles.
SAI DA FRENTE, VELHA MEXERIQUEIRA!!!
NÃO SAIO! TERÁS QUE BATER EM MIM TAMBÊM, POIS DAQUI NÃO ARREDO UM PASSO!
continua...

Romeu e Julieta (em prosa e versos) - Ato IV: "A resolução de Capuleto-parte 1"

foto: dor e solidão
Julieta, sentada no chão frio da sacada, continuava a chorar.
— Já foste, meu senhor! Amor! Amigo de minha alma! Só o Rei dos céus sabe quando o verei novamente...
— Julieta... — a ama chega para consolá-la.
— Oh, ama querida! Como dói! Parece que arrancaram uma parte de mim...
— Eu sei, ovelhinha... eu sei... mas guardai a esperança em vosso coração. Romeu em breve poderá voltar para levá-la consigo.
— Um minuto encerra muitos dias, fazendo as contas assim, ficarei velha antes de ver o meu Romeu — comenta pesarosa.
Oh, filha! Mas que exagero!!! Claro que não! — a ama não conteve o riso.
Por Deus! Ainda não estão prontas?! — entra a mãe de Julieta de repente, assustando-as. — O cortejo fúnebre sairá em meia-hora...
Minha senhora!!!! Oh, mil desculpas! É que eu estava a consolar a pobrezinha pela perda do primo! Está inconsolável, coitada! — disfarça a ama.
— Ainda a chorar te achas pelo teu primo? — fala a mãe dela amargurada e fazendo um esforço para controlar o choro. — Acaso queres, com lágrimas, tirá-lo do sepulcro?!
— Por que não posso chorar tão grande perda, minha mãe? — argumenta a filha.
— Porque muito choro indica pouco espírito e deverias chorar, não pela perda, mas porque continua vivo o miserável que ceifou-lhe a vida! Esse vilão Romeu...
“Vilão e ele estejam separados por milhares de léguas... — pensa a menina. — Que seja por Deus perdoado, como por mim já o foi...”
— Deixa estar... — fala a mãe em tom ameaçador; os olhos luzentes de ódio. — Ainda haveremos de vingá-lo, por isso, não te aflijas. À Mântua, lugar onde se encontra o renegado... — continuou ela, como se ignorasse a presença das duas e falasse consigo mesma. — Mandarei quem lhe dê uma bebida tão fora do comum, que ele logo fará companhia a Teobaldo.
Julieta e a ama ficam pálidas.
— Muito que bem! Aprontem-se logo para seguirmos com o enterro — fala Bettina tornando a si e sai.
Oh, Deus! Minha mãe quer matá-lo!
— Calma Julieta. Palavras de uma mente perturbada pelo luto, não leve em consideração...
— Mas se ela de fato o fizer?!
— Não fará! Mas se suspeitarmos de algo, é só escreveres a Romeu em Mântua, recomendando-o a não aceitar nada de estranhos. Acalma-te e finja que chora a morte de Teobaldo.
— Hipócrita serei eu, por todos pensarem que choro por meu parente, quando, na verdade, choro por meu esposo ausente.
— Ninguém precisa saber disso! Vamos! Precisamos nos arrumar...
Julieta veste um vestido pesado e negro e junto da ama, dirige-se para o salão principal. O corpo de Teobaldo ainda estava exposto e trajado com suas vestes mais ricas. Bettina, que mostrara-se um poço de fortaleza no quarto da filha, agora chorava pelo morto. Era impossível não chorar com o corpo presente e todos emocionados. Até Julieta chorou.
Páris estava presente e achegou-se para cumprimentá-la e desejar-lhes os pêsames. Julieta agradeceu sem jeito e ficara muda o restante da cerimônia, enquanto Páris não saía de perto dela. Frei Lourenço já estava encomendando o corpo. Um silêncio mortal caíra sobre o recinto, entrecortado ás vezes por soluços e lamentações . Outras vezes, ouvia-se algumas maldições proferidas ao assassino.
Julieta estava sentindo-se sufocada, ouvir tudo que diziam de Romeu e nada poder dizer em defesa dele, muito a incomodava. No fundo, queria que aquilo tudo terminasse para recolher-se ao aconchego do seu quarto e chorar sua saudade.
Por fim, depois de Teobaldo ter sido devidamente sepultado no mausoléu da família, todos regressaram à casa. Páris continuou ao lado deles, principalmente de Julieta. Ele estava cada vez mais apaixonado e como estava para regressar às suas terras, queria voltar acompanhado de uma esposa.
— As coisas, meu bom Páris, tomaram rumo tão infeliz, que tempo não tivemos de advertir nossa filha. Vede bem: dedicava afeição sincera ao primo Teobaldo.
— Sim, percebi por suas constantes lágrimas.
— Bem... só nascemos para morrer. Já é muito tarde e creio que Julieta não mais descerá. Posso afiançar-vos que, se não fosse vossa agradável companhia, há uma hora já estaria me recolhido.
— Este tempo de dor não é propício para a côrte fazermos. Bem, despeço-me. Senhora passai bem e a vossa filha recomendai-me.
— Farei isso mesmo. Saberei cedo o pensamento dela. Hoje está na dor enclausurada.
— Só peço-vos que meditais, senhores, sobre minha proposta e logo me dêem alguma resposta, pois logo estarei de partida para Veneza...
O senhor Capuleto pensou um pouco e olhou para sua esposa e esta, sugestivamente, lançou-lhe um olhar come se dissesse: “Um casamento tão promissor, por que fazê-lo esperar sem dar-lhe logo uma resposta?”
— Senhor Páris, por favor.
— Sim, senhor Capuleto...
— É, bem... já que estás de viagem próxima, atrevo-me a afiançar-vos o amor de minha filha. Ela se deixa dirigir por mim em tudo. Sim! Estou certo disso! Não sairás de Verona sem vossa esposa a acompanhar-vos. Que dia é hoje?
— Segunda, meu senhor — responde-lhe Páris radiante.
— Ah, sim, segunda! Quarta-feira é muito cedo... será na quinta! Amanhã, bem, cedinho, subi ao quarto de Julieta, mulher, e dizei à nossa filha que, na quinta-feira próxima, desposará o nobre Conde. Não faremos muito barulho; uns dois ou três amigos, nada mais, porque tendo sido morto Teobaldo, há pouco tempo, poderemos dar razão às más línguas que pensem não lhe dedicarmos estima. Por isso, reuniremos uma dúzia de amigos. Então? Que dizeis de quinta-feira? Estareis pronto? Aprovai tanta pressa?
— Oh, senhor! Quisera que esta quinta-feira fosse amanhã!
— Então, estamos acertados. Quinta-feira por mim, minha filha vos será dada. Faça-a muito feliz.
— Por minha alma! É claro que sim!

Páris despede-se dos pais de Julieta. Bettina ficou feliz, era o seu maior sonho: casar Julieta com um homem influente e nobre de berço.
— Adeus, senhor Páris.
— Boas noites, senhor Capuleto. Senhora... — ele faz uma reverência respeitosa à futura sogra e sai.
continua...